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Mandato Vereador
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Site para vereador: o que a página do mandato precisa ter (e o que dá pra dispensar)

Publicado em 28 de outubro de 2026

Faça o teste: abra o Google e digite o seu nome com “vereador” e o nome da cidade. O que aparece primeiro? Na maioria dos casos, a página da Câmara com a sua foto oficial, uma notícia antiga e, com sorte, o seu Instagram.

Nenhum desses lugares conta o que o seu mandato faz hoje. A página da Câmara mostra o cargo. O Instagram mostra o dia. Falta um endereço que reúna o trabalho e deixe o eleitor falar com o gabinete.

Para que serve um site de vereador

Não é vitrine de campanha. Fora do período eleitoral, a página mostra o mandato, não pede voto. Ela tem três funções:

  • Ser encontrada. Quem quer falar com você, um morador, um jornalista, uma liderança, precisa achar um canal oficial em dez segundos.
  • Provar trabalho. Agenda, projetos apresentados e emendas destinadas, num lugar só e com data.
  • Receber pedido. O cidadão que chegou até ali já tem uma demanda. Se a página só mostra foto, ele desiste ou manda mensagem no seu WhatsApp pessoal.

O que a página do mandato precisa ter

  • Apresentação curta: quem você é, suas bandeiras e como o gabinete atende. Três parágrafos bastam.
  • Agenda pública: audiências, visitas e sessões que você quer mostrar. Nem todo compromisso precisa estar lá.
  • Proposituras e emendas: o que você apresentou e para onde foi o recurso. É o dado que o eleitor não acha em lugar nenhum.
  • Notícias e fotos: entregas, visitas, obras cobradas. Pouco texto, data sempre visível.
  • Um canal de pedidos: um formulário simples, com assunto e bairro, que entra direto na fila do gabinete.
  • Contato e redes: WhatsApp do gabinete, Instagram, Facebook.

O que dá pra dispensar

Site caro de agência. Página de vereador muda toda semana. Se cada atualização depende de mandar mensagem para alguém, ela para de ser atualizada no segundo mês.

Blog abandonado. Um blog com o último post de dois anos atrás passa a impressão de mandato parado. Melhor uma área de notícias curta, alimentada pela própria equipe.

Formulário que manda e-mail. Pedido que cai numa caixa de e-mail some do mesmo jeito que pedido no WhatsApp. O formulário precisa virar demanda registrada, com responsável.

O detalhe que faz o eleitor voltar

Quando o cidadão manda um pedido pela página, ele quer saber se alguém leu. Se a resposta é silêncio, a página vira mais um canal que não funciona. Se ele recebe um link para acompanhar o andamento, como quem acompanha uma encomenda, a percepção muda: alguém está cuidando.

Como fazer isso sem contratar ninguém

No Mandato Vereador, a página pública do mandato é editada pela própria equipe, vendo a prévia no celular ao vivo. Você escolhe a cor, a foto de capa e o que aparece: apresentação, agenda (só os eventos marcados como públicos), proposituras, emendas, notícias, galeria de fotos e abaixo-assinados.

O formulário de solicitação vira demanda no sistema, com um link para o cidadão acompanhar o pedido sem precisar de senha. Pedidos com ofensa ou ameaça são barrados por uma moderação automática; crítica e reclamação passam normalmente. A página ganha um endereço próprio para colocar na bio do Instagram, e o relatório do mandato sai com o QR code dela. Testar 30 dias grátis →

Para quem quer ir além da página, vale ler também como montar o relatório de mandato e como comunicar o mandato pensando na reeleição.

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